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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Estratégia: Portfólio Permanente

Olá, pessoal.

É comum receber, ao final do mês, uma orientação de alocação de ativos para o próximo mês. Os analistas de investimentos dos bancos e corretoras avaliam a situação para o próximo mês e determinam a carteira para cada tipo de perfil. A primeira vista parece interessante, mas se acertar o futuro já é bem difícil, imagine todos os meses. Outra consideração importante é que a troca de ativos acaba por antecipar imposto de renda e pode incluir novos custos, por exemplo os 0,10% para cada nova compra de título no tesouro direto.

Para evitar estes custos, uma estratégia interessante para alocação de ativos é o chamado Portfólio Permanente. 

Para entender o que é o Portfólio Permanente, sugiro a leitura destes três artigos:


Venho pensando em alterar minha alocação para atender aos critérios da alocação do Portfólio Permanente, mas com as seguintes características:
  • 25% de ações que estejam em algum índice de ações da BOVESPA
  • 25% de títulos de renda fixa de curto prazo (1)
  • 25% de  títulos de renda fixa de longo prazo (2)
  • 25% de fundos imobiliários, imóveis e ouro
(1) CDI, LFT, NTNB e NTNB principal com vencimento menor que 5 anos.
(2) LFT, NTN-F, NTNB e NTNB principal com vencimento acima de 5 anos. Estes títulos virarão títulos de curto prazo com o passar  do tempo.
Obs.: As NTNB e NTNB principal não protegem totalmente contra a inflação.
No CDI devo manter no mínimo o previsto para gastos nos próximos 24 meses. Serão usados para os gastos diários, minimizando o imposto de renda, e deverão ser reposto.

A realocação por classe de ativos ocorre quando alguma classe atinge 35%, fazendo todas voltarem a 25%.

O desafio é entrar na bolsa e nos Fundos imobiliários. Vou escrever outro artigo de como farei isso.

Abraços,
Sir Income